Eduroam no Mac!

Fevereiro 26, 2009

Ora isto de formatar o Mac é tudo muito bonito mas depois é necessário voltar a reconfigurar todas as nossas definições. De volta à Universidade do Minho é então necessário configurar a ligação à Internet através da rede eduroam (para apoiar o estudo claro está…).

Uma vez que se usa um proxy como intermediário no acesso a este vasto mundo, a minha sugestão é que se defina um novo local para depois e através de  -> Location poder mudar facilmente as definições da ligação mudando para o local onde nos encontramos. Assim temos que abrir o System Preferences -> Network -> Location -> Edit Locations: 

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Escolhi como nome de localização “UM”. Bastante original por acaso! Criado o local, escolhe-se o separador AirPort (se este não estiver seleccionado) e clica-se em Advanced. Aí e depois de clicar no + e depois em Show Networks adiciona-se os dados pedidos, tal como se mostra a seguir:

eduroam21

E agora um truque! Ao aparecer a caixa de texto como se mostra na imagem a seguir, pode-se escolher Show Certificate abrir o separador Trust, escolher Always Trust e depois Continue. Desta maneira evita-se ter que introduzir  a palavra-passe de cada vez que acedermos à eduroam.

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A seguir escolhe-se o separador 802.1x e em User Profiles selecciona-se o perfil relativo à rede eduroam, aí selecciona-se apenas o protocolo TTLS e em Configure escolhe-se PAP. O resumo desta fase mostra-se na imagem a seguir:

eduroam41

Feito isto, apenas é necessário configurar os Proxies tal como na imagem abaixo. Não esquecer que na Universidade do Minho o endereço é proxy.uminho.pt e a porta 3128. Ah, e o proxy de socks é socks.uminho.pt e a porta 1080.

eduroam51

E pronto! É fácil, barato, só não dá é milhões! :-D

Um novo começo…

Fevereiro 24, 2009

…um recomeçar. É o que fica depois de ter formatado o Mac. Quer queiram quer não, é a maneira mais simples de limpar todo o lixo que se vai acumulando ao longo de todo um semestre! Fica assim um Mac renovado, limpinho e à espera de ser atulhado com toda uma variedade de dados! Só assim recupera a sua essência! E isso sim, dá trabalho!

Pois bem, este post serve para partilhar aquelas que para mim são algumas das aplicações free fundamentais para o Mac poder partilhar todo o seu potencial comigo! Na verdade o post serve mais como um tutorial para mim próprio do que outra coisa qualquer. Ah, e por falar nisso, quando formatarem, não se esqueçam de além de guardar os dados, guardar também os favoritos do vosso browser e os calendários do iCal…é coisa para poupar muito trabalhinho depois…

Segue-se então a lista:

 

adiumAdium (Link)

Um cliente de instant messaging que suporta AIM, MSN, Jabber, Yahoo, GTalk, Bonjour, etc. Funciona bastante bem e permite um sem número de alterações ao seu aspecto. Existe uma comunidade bastante grande por detrás desta aplicação e como tal, existem sempre coisas novas e divertidas para o nosso Adium.

 

 

notifierGoogle Notifier (Link)

Uma aplicação bastante simples que vai verificando a caixa de email do Gmail sem precisarmos de abrir o nosso browser e que vai avizando sempre que um novo mail chega. Bastante simples e bastante útil também. Pode ainda ser usada para controlar os eventos nos nossos calendários do Google. Só tenho pena que não tenha entre os sons de aviso disponíveis, a cinemática mensagem: “You got Mail!”. 

 

growlGrowl (Link)

Growl é um sistema de notificação para as aplicações que usamos (as que são suportadas pelo menos…) e que apresenta uma mensagem para os eventos que definirmos sem precisarmos de mudar de ambiente de trabalho! Torna-se bastante útil quando associado ao Adium por exemplo. Podemos ainda utilizar o GrowlTunes para mostrar uma mensagem com os dados de uma dada música sempre que esta começa a tocar no iTunes. Além de tudo isso permite a personalização das mensagens que aparecem no canto do ecrã que escolhermos.

 

smultron2Smultron (Link)

Apesar de não ser dos editores mais populares por estes lados, Smultron é uma aplicação bastante satisfatória e que nunca me deixou ficar mal. Além disso permite, a meu ver, organizar melhor os ficheiros em que estámos a trabalhar em comparação a outros editores mais populares como o TextMate. 

 

 

twhirltwhirl (Link)

Apesar de não ser open source, pode-se fazer o download deste cliente para software social gratuitamente da sua página oficial. Uso-o para o Twitter pois possui várias funcionalidades bastante agradáveis, como por exemplo reduzir os links ou partilhar de forma bastante simples imagens. Mostra ainda notificações sempre que chega um novo tweet. Esta aplicação possui ainda alguns temas para a sua interface permitindo adaptá-la ao nosso gosto. Funciona impecávelmente bem devo dizer.

 

unrarxUnrarX (Link)

Já falei num post anterior sobre esta aplicação. Como o próprio nome indica, permite fazer a extracção de ficheiros rar, permitindo por exemplo introduzir palavras-passe para ficheiros protegidos. O UnrarX permite ainda descompactar de forma automática os ficheiros com múltiplas partes. Muito útil já que este é um formato muito comum e o sistema operativo apenas suporta o formato zip.

 

vlcVLC (Link)

VLC é um leitor de média muito popular e a sua versão para Mac é bastante estável. Claro que podemos sempre usar o QuickTime, mas até com a ajuda do Perian de que falarei a seguir, por vezes e em determinadas situações, ter à mão um player como o VLC torna-se muito útil. Suporta vários formatos de video e som, sendo por isso uma aplicação essencial.

 

 

perianPerian (Link)

Tal como os seus criadores o designam, Perian é o canivete-suíço para o QuickTime. É um componente open source que acrescenta ao leitor da Apple suporte para vários tipos de formatos de vídeo populares. Possui ainda suporte para vários tipos de legendas o que é bastante útil para quem acompanha regularmente séries e filmes. Quando não estivermos satisfeitos com o seu rendimento (por vezes os filmes ou séries apresentam descoordenação entre o som e imagem por exemplo) podemos sempre usar o VLC. Aliás podem encontrar informação sobre isso neste post dos meus amigos!

 

apptrapAppTrap (Link)

Apesar de falar nesta aplicação no final, considero-a talvez das mais importantes e úteis. O AppTrap permite que quando quisermos apagar uma dada aplicação, nos seja também perguntado se queremos eliminar as suas dependências, ou seja os ficheiros e pastas a ela associados. Simples e eficaz! Elimina-se assim parte do lixo que fica esquecido nos confins das pastas no nosso disco. 

 

 

Podem encontrar estas e muitas outra aplicações free online, como por exemplo aqui. Basta apenas procurar! Eu apenas listei algumas das que uso e que considero ter interesse até para o mais comum dos utilizadores dos Macs. Aceitam-se sugestões e comentários sobre estas e outras aplicações de interesse! ;-)

Bad Request!

Fevereiro 17, 2009

gmailerror

Já me aconteceu mais do que uma vez! Parece existir um problema qualquer com a nova versão do Safari e com os cookies do Gmail. Segundo consegui apurar nas páginas da Google, o problema é conhecido e estão a tentar resolver. O que fiz foi ir a Safari->Preferencies->Security->Show Cookies, procurar por mail.google.com e fazer Remove All .

O problema resolveu-se momentaneamente mas voltou a surgir. Parece que a única maneira de resolver é reiniciando o Safari, o que é, por vezes, bastante chato!

Enfim, tenho encontrado vários problemas com os cookies no Safari, nomeadamente com o login em sites e fóruns. Gosto muito deste browser mas se não encontrarem solução rapidamente vou passar a usar outro.

:-(

E hoje nos destaques…

Fevereiro 16, 2009

destaque

 

Yeeeeehhhhh! :-D

Aqui e só hoje.

O BLOB!

Fevereiro 15, 2009

eco

A parte mais interessante nas cadeiras que possuem parte prática é sem dúvida a parte em que metemos as “mãos na massa”! E não, não estou a falar de culinária… Com efeito, é com os trabalhos práticos que aprendemos e apreendemos melhor os conceitos que nos ensinaram ao longo do semestre e criar do zero uma aplicação numa dada linguagem de programação é sempre um desafio interessante (a maior parte das vezes pelo menos!).

Ora com o trabalho da cadeira de Base de Dados foi-nos proposto que criássemos um sistema web-based que consistia num repositório multimédia inserido num contexto hospitalar. A aplicação deveria permitir a gestão e visualização de ficheiros relacionados com exames de diagnóstico médico, ficheiros esses de vários tipos incluindo vídeos! Para tal e tal como nos foi pedido, utilizamos o motor de base de dados Oracle e para os ficheiros de maior tamanho foi usado o tipo BLOB! Assim nasceu o MEDEX, criado através da interacção de PHP com Oracle. 

O BLOB (Binary Large Object) é um tipo especial do Oracle que permite armazenar ficheiros com grande quantidade de dados. Porém a parte de visualizar os ficheiros inseridos na base de dados com este tipo, revelou-se algo complicada uma vez que existe pouca informação de como lidar com estes ficheiros mais complicados, como é o caso dos vídeos. A seguir demonstro como resolvemos esta situação em particular. Algumas partes serão no entanto omitidas pelo simples facto de apenas querer mostrar como se lida com a visualização de vídeos armazenados com o tipo BLOB, sem entrar no contexto do trabalho que é muito mais complexo e abrangente ,como decerto compreenderão. De notar que o código mostrado abaixo está em PHP. Para mais informações, quer sobre o tipo BLOB, quer sobre a utilização do PHP com o Oracle, poderão consultar a informação disponível aqui.

Porque achámos ser a melhor maneira de o fazer, utilizámos para a visualização, um player embebido na página (que podem encontrar aqui) que lê de uma pasta temporária o ficheiro de vídeo proveniente da base de dados. Assim sempre que um utilizador pretender visualizar um vídeo, é criada uma pasta temporária com o seu nome de utilizador, é descarregado o vídeo para essa pasta e depois quando o utilizador abandonar a página, a pasta é apagada.

Temos então:

$myblobid como identificador do nome do vídeo que queremos visualizar;

$myblobtipo como identificador do tipo de ficheiro que neste caso será “flv”.

A seguir mostra-se o código para descarregar o vídeo. Este é tratado como sendo um objecto: 

$s = oci_parse ($c, “select DADOS from FICHEIROS where CODIGOFICHEIRO =’$myblobid‘”);
oci_execute($s, OCI_DEFAULT);
$res = oci_fetch_object($s);
$result = $res->DADOS->load();

Depois é criada a pasta temporária com o nome do utilizador e é guardado o ficheiro:

$user = $_SESSION['user'];                          // O nome do utilizador;
$location = “C:/…/” . $user . “/”;                   // A localização da pasta;
$filename = $myblobid.$myblobtipo;       // Para ser usado no player;
$filepath=$location.$filename;                    // Para guardar o vídeo; 
$file=fopen($filepath, ‘w’);
fwrite($file,$result);
fclose($file);

A seguir é então necessário invocar o player com  o $filename criado:

echo ” <script type=’text/javascript’ src=’video/swfobject.js’></script>
<div id=’player’>Video</div>
<script type=’text/javascript’>
var so = new SWFObject(‘video/player.swf’,'mpl’,'470′,’320′,’9′);
so.addParam(‘allowscriptaccess’,'always’);
so.addParam(‘allowfullscreen’,'true’);
so.addParam(‘flashvars’,'&file=$user/$filename‘);
so.write(‘player’);
</script>”;

E pronto, se tudo correu bem, podem então visualizar o vídeo na vossa página web.

Boas programações! ;-)